Victor Manuel Pereira Gonçalves.

Virgílio Higino Gonçalves Pereira.

Partido Comunista Português (PCP).

Álvaro Favas Brasileiro.

António Anselmo Aníbal.

António Dias Lourenço

António Guilherme Branco Gonzalez.

António José Monteiro Vidigal Amaro

António da Silva Mota.

Belchior Alves Pereira.

Carlos Alberto da Costa Espadinha.

Carlos Alberto Gomes Carvalhas.

Carlos Alfredo de Brito.

Custódio Jacinto Gingão.

Francisco Manuel Costa Fernandes.

Francisco Miguel Duarte.

Georgete de Oliveira Ferreira.

Jerónimo Carvalho de Sousa.

João António Gonçalves do Amaral.

João António Torrinhas Paulo.

João Carlos Abrantes.

Joaquim António Miranda da Silva.

Joaquim Gomes dos Santos

José Manuel Antunes Mendes.

José Manuel Maia Nunes de Almeida

José Manuel Santos Magalhães.

José Rodrigues Vitoriano.

Manuel Correia Lopes.

Manuel Gaspar Cardoso Martins.

Manuel Rogério de Sousa Brito.

Maria Luísa Mesquita Cachado.

Maria Ilda Costa Figueiredo.

Maria Odete Santos.

Mariana Grou Lanita.

Octávio Augusto Teixeira.

Octávio Floriano Rodrigues Pato.

Paulo Simões Areosa Feio

Zita Maria de Seabra Roseiro.

Centro Democrático Social (CDS):

Abel Augusto Gomes Almeida.

Adriano José Alves Moreira.

Alexandre Carvalho Reigoto.

Alfredo Albano de Castro Azevedo Soares.

António Gomes de Pinho.

António José de Castro Bagão Félix.

Basílio Adolfo Mendonça Horta da Franca.

Francisco António Lucas Pires.

Francisco Manuel de Menezes Falcão.

Henrique Manuel Soares Cruz.

João Carlos Dias M. C. de Lencastre.

João Silva Mendes Morgado.

Joaquim Rocha dos Santos.

José Luís Nogueira de Brito.

José Miguel Anacoreta Correia.

José Vieira de Carvalho.

Luís Filipe Paes Beiroco.

Manuel António de Almeida Vasconcelos.

Manuel Augusto Lopes Lemos.

Manuel Tomás Rodrigues Queiró.

Narana Sinai Coissoró.

Movimento Democrático Português (MDP/CDE):

António Monteiro Taborda.

Helena Cidade Moura.

João Corregedor da Fonseca.

Agrupamento Parlamentar da União da Esquerda para a Democracia

Socialista (UEDS):

António César Gouveia de Oliveira.

António Poppe Lopes Cardoso.

Joel Eduardo Neves Hasse Ferreira.

Octávio Luís Ribeiro da Cunha.

Agrupamento Parlamentar da Acção Social-Democrata Independente (ASDI):

Joaquim Jorge de Magalhães Mota.

Manuel Cardoso Vilhena de Carvalho.

Ruben José de Almeida Raposo.

O Sr. Presidente: - Srs. Deputados, foi comunicado à Mesa que os partidos só farão uma intervenção, pelo que - aliás de acordo com o que foi resolvido na conferência dos presidentes dos grupos parlamentares- darei a palavra por ordem crescente a todos os partidos, sucessivamente.

Teria agora direito a usar da palavra o Sr. Deputado Independente, que não está presente na sala ...

O Sr. João Amaral (PCP): - Peço a palavra, Sr. Presidente.

O Sr. Presidente: - Faça favor, Sr. Deputado.

O Sr. João Amaral (PCP): - É que eu não entendi bem qual é o sistema que vai ser seguido.

Significa isso que da parte do MDP/CDE e dos outros partidos já não haverá lugar a 2 intervenções?

O Sr. Presidente: - Precisamente, Sr. Deputado.

Como não está presente o Sr. Deputado Independente António Gonzalez, tem palavra o Sr. Deputado Magalhães Mota.

O Sr. Magalhães Mota (ASDI): - Sr. Presidente, Srs. Deputados: Tantas são as intervenções a que um debate desta natureza dá origem, tão numerosos os temas abordados, que julgamos nos será perdoado que regressemos, para melhor os sublinhar, àqueles temas que, logo na intervenção inicial, sob a forma de questões ao Sr. Primeiro-Ministro, entendemos dever trazer ao debate.

Foram eles, permito-me recordá-los, e pela ordem com que foram colocados, o do sentido e rigoroso alcance da moção, o papel do Parlamento que ela pressupõe e, finalmente, o dos custos da instabilidade.

Não usarei agora a mesma ordem.

Para nós temos que a apresentação de uma moção de confiança no Parlamento significa, necessariamente, um papel reforçado que a este se atribui.